Esaú e Jacó – Machado de Assis | Resumo para ENEM e Vestibulares
Esaú e Jacó, de Machado de Assis, é um romance realista que retrata conflitos ideológicos e políticos do Brasil do final do século XIX. Por meio da rivalidade entre os irmãos Pedro e Paulo, a obra apresenta uma crítica irônica às mudanças sociais e políticas do período.
1. Obra e autor
Esaú e Jacó é um romance de Machado de Assis, publicado em 1904, pertencente à fase realista do autor.
2. Contexto histórico e literário
A obra reflete o período de transição do Império para a República, momento de instabilidade política e ideológica no Brasil. Machado utiliza esse contexto para criticar a superficialidade das mudanças sociais.
3. Resumo da obra
O romance narra a rivalidade entre os irmãos gêmeos Pedro e Paulo, que divergem politicamente, mas são semelhantes em atitudes e ambições. Ambos disputam o amor de Flora, jovem indecisa que simboliza o Brasil. A narrativa ironiza as mudanças políticas, sugerindo que elas não alteram a essência da sociedade.
Publicado em 1904, Esaú e Jacó pertence à fase realista de Machado de Assis e apresenta uma crítica irônica às transformações políticas e ideológicas do Brasil no final do século XIX, especialmente a transição do Império para a República.
A narrativa gira em torno dos irmãos gêmeos Pedro e Paulo, que desde o ventre materno vivem em constante rivalidade. Pedro é monarquista; Paulo, republicano. Apesar das diferenças ideológicas, ambos disputam o amor de Flora, jovem indecisa que simboliza a instabilidade política e social do período.
O narrador, marcado pela ironia machadiana, demonstra que, apesar das aparentes divergências, os irmãos são essencialmente iguais. A obra sugere que as mudanças políticas não alteram profundamente as estruturas sociais, funcionando mais como trocas superficiais de poder.
📌 Para o ENEM e vestibulares, a obra é cobrada pela ironia, pela crítica à política brasileira e pelo uso do narrador reflexivo e pouco confiável.
4. Temas centrais
Rivalidade, política, ironia, aparência versus essência, crítica social.
5. Estilo do autor
Narrador irônico e reflexivo, análise psicológica das personagens e crítica sutil à sociedade.
6. Relação com o ENEM e vestibulares
Cobrada pela ironia machadiana, pela crítica política e pela leitura simbólica das personagens.

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